quarta-feira, 27 de julho de 2011

VEREADOR DO PMDB LANÇA PRÉ-CANDIDATURA A PREFEITURA DE CANDEIAS DO JAMARI.



Na noite de ontem 26 de julho o Diretório Municipal do PMDB de Candeias do Jamari reuniu filiados e convidados para mais uma rodada de filiações, consultas e preparação para as eleições municipais de 2012.
O número de filiados presente surpreendeu aos dirigentes do partido. Cerca de 60 pessoas participaram do encontro que foi conduzido pelo presidente do Diretório Municipal Pedro Beber e pela Comissão Executiva Regional, representada por Dirceu Fernandes, presidente do Diretório Municipal de Porto Velho. O Diretório Regional está fomentando encontros em todos os municípios do Estado, sob orientação e coordenação do seu presidente o advogado Orestes Muniz.
O objetivo destes encontros é incentivar o interesse dos filiados em participarem ativamente do processo eleitoral em 2012, como aconteceu na eleição passada quando o partido conseguiu eleger o governador do estado, graças a atuação de todos.
A reunião que teve a presença de lideranças políticas e empresariais tanto de Candeias quanto de Porto Velho participaram os vereadores do PMDB, Paulo Sena e Dr. Giuliano Viecili, o ex-prefeito Chico Pernambuco que também é pré-candidato, além de convidados do PDT, PCdoB e PMN.
Na apresentação dos componentes da mesa foi anunciado que o vereador Dr. Giuliano, estava colocando seu nome a disposição do partido como postulante a vaga de candidato a prefeito nas próximas eleições.
“Precisamos mobilizar nossa comunidade, despertar o exercício da cidadania, valorizar os interesses coletivos e participar da Construção e Transformação do nosso Município. O PMDB é o maior partido do Brasil, é o Partido do Governo Estadual e com certeza será a futura administração de Candeias do Jamari” destacou o Vereador.
Na ocasião ficou acertado que outros encontros deverão ser agendados e que através da Fundação Ulisses Guimarães, serão ministrados no Candeias os cursos de preparação para candidatos a prefeito e vereadores, bem como, cursos de formação em cidadania, abertos a toda a comunidade.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Jornal Eletrônico - Gente de Opinião

Jornal Eletrônico - Gente de Opinião

Na perspectiva de ampliar o leque de exibições e formação de platéia do Cinema Nacional, a organização do 2º Festival de Cinema Curtamazônia estréia o 1º Circuito Social de Exibição Curtamazônia, que acontecerá simultaneamente com exibições dos filmes do Festival principal em Porto Velho com o município de Candeias do Jamari e Cacoal.

A proposta é difundir o Cinema Nacional independente e participar do processo de inclusão social, através das artes, democratizando e descentralizando o acesso dos grandes centros comerciais, oportunizando aos brasileiros assistir filmes feitos por brasileiros e pela produção cinematográfica independente que vem crescendo nos últimos anos, aumentando cada vez mais a produção nacional.

“Essa parceria cultural encontrada pela organização é inédita em Rondônia”, afirma Carlos Levy, organizador do Festival, que prever a projeção e ampliação nos próximos anos aos demais municípios do Estado de Rondônia, com parcerias nas secretarias municipais de cultura e fundações.

No município de Candeias do Jamari, a Curadoria do 1º Circuito Social de Exibição Curtamazônia é do advogado e vereador Giuliano Viecili, com exibições gratuitas pela manhã e noite de 1 a 5 de agosto na Escola Estadual Carlos Drumond de Andrade. Serão realizadas as Mostras: Curta Criança, Curta o Curta e a Mostra Amazônica com filmes de Rondônia e Pará. Já em Cacoal, a Curadoria ficará a cargo de Maria Lindomar, Presidente da Fundação Cultural de Cacoal, os locais de que acontecerão as sessões serão em praça pública, escolas e distritos.

A organização do Festival agradece o apoio e carinho da comunidade de Candeias do Jamari e Cacoal em participar dessa iniciativa do 1º Circuito Social de Exibição Curtamazônia, em particular a Diretora Profª Rosinéia Alves Cirino e Vice-diretor Marcos Rodrigo Veigaant do Colégio onde ocorrerá a 1ª Mostra Curta Candeias e a Presidente Maria Lindomar da Funccal, da Prefeitura de Cacoal.

O 2º Festival de Cinema Curtamazônia tem o patrocínio cultural da Fundação Iaripuna, Semed, apoio Cultural da Setur, Emater/RO, Semdestur, apoio Institucional ABD/RO e ABD Nacional, Fórum dos Festivais, Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres, apoio na divulgação da Imprensa Rondoniense, site regionais, sites nacionais Aurora do Cinema, Holofote, Planeta Tela, Camera Clube, Páginas do Cinema na Globo Filmes, na organização da Associação Curta Amazônia.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

TRISTE REALIDADE!


COMUNICAR É PRECISO
PARTICIPAR É FUNDAMENTAL
O SISTEMA DEMOCRÁTICO DEPENDE DE VOCÊ
EXERCER A CIDADANIA É COBRAR DIREITOS E CUMPRIR DEVERES
VOÇÊ NÃO VIVE SÓ
A LUTA ETERNA DO BEM E O MAL
DO INTERIOR PARA COLETIVIDADE
REFLETE NO MEIO AMBIENTE
CUIDADO COM QUE DIZ, CUIDADO COM QUE FAZ
A OMISSÃO TAMBÉM ALIMENTA O LADRÃO
EIS UMA TRISTE REALIDADE!

Giuliano Viecili, 06/07/2011

quarta-feira, 27 de abril de 2011

PROMESSAS!

A ética da convicção versus a ética da responsabilidade
Fevereiro 6, 2007
Por Egidio Vaz Poder Politico

O ingresso na carreira política gera um dilema fundamental para políticos: seguir a sua convicção pessoal ou tomar decisões impostas pelas circunstâncias. Em muitos casos, os eleitores acusam os governantes e legisladores de serem traidores ou oportunistas, figuras que, uma vez eleitas, se esquecem das suas promessas ou, nalguns casos, o que escreveram.

Isso ocorre, do ponto de vista político, porque as decisões desses políticos não são tomadas livremente. Muito pelo contrário, o político precisa de ter em conta uma série de condicionamentos que tornam impraticáveis certas acções que correspondam a um juízo de valor pessoal.

Para entendermos o que é ética de convicção e ética de responsabilidade, precisamos de alguns esclarecimentos preliminares.

A noção de ética

A discussão sobre ética remonta a Antiguidade grega. Naquele período, filósofos como Sócrates, Platão e Aristóteles buscavam produzir um conhecimento capaz de fornecer respostas absolutas para todos os tipos de questionamento humano.

Na sua obra clássica intitulada Ética a Nocômaco, Aristóteles sistematizou padrões de comportamento ético no relacionamento entre os cidadãos. Para ele, a principal forma de exercitar o comportamento ético era através do diálogo. Nos diálogos, os cidadãos exercem a arte do contraditório, na qual as frases emitidas possuem um padrão de verdade e mentira.

Max Weber, estabeleceu, em princípios do século XIX, a distinção entre a ética da convicção e ética da responsabilidade.

Para Weber, quanto maior o grau de inserção de determinado político na arena política, maior é o afastamento das suas convicções pessoais e adopção de comportamentos orientados pelas circunstâncias.

Este afastamento de crenças e suposições pessoais e a adopção de medidas, muitas vezes contraditórias, é determinado pela ética da convicção e pela ética da responsabilidade.

A ética da convicção é, para Weber, o conjunto de normas e valores que orientam o comportamento do político na sua esfera privada. Já a ética de responsabilidade representa o conjunto de normas e valores que orientam a decisão do político a partir da sua posição como governante ou legislador.

Tomemos como exemplo, o caso de um governante que tenha a convicção pessoal de que é necessária a redução de impostos. Esse governante pode ter realizado uma campanha eleitoral focalizando esse tema e essa necessidade: redução da carga tributária, conforme suas crenças particulares. Porém, uma vez governo, depara-se com a escassez de recursos financeiros para atender à serviços básicos como a segurança social, educação, saúde, etc.

Perante esse dilema, o governante precisa de tomar uma decisão: ou seguir uma norma particular (ética de convicção), e reduz os impostos sabendo que vai faltar dinheiro para o Estado cumprir com as suas responsabilidades; ou toma uma outra medida, como governante (ética de responsabilidade), mantendo ou elevando os impostos para daí viabilizar recursos necessários para o normal funcionamento do Estado.

A distinção proposta por Weber entre convicção e responsabilidade traduz um dilema que certamente aparecerá nalgum estágio da carreira de qualquer político. Tal distinção permite aos eleitores e analistas, uma compreensão mais elevada dos meandros do mundo político.

Porém, é muito importante ter em mente que a distinção não significa uma carta em branco para que os políticos traiam as suas promessas; ela apenas reconhece a necessidade de adaptação às circunstâncias.