Trocando Experiências
Eu sou o que Eu sou!
domingo, 1 de abril de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
PROTESTO BR 364 PEDE SOCORRO!
Quando falamos que iria acontecer um PROTESTO na BR 364, cidade de Candeias do Jamari, todos que ouviam, falavam: "VAMOS FECHAR A BR?"E eu dizia, NÃO, para PROTESTAR não precisamos piorar! A BR 364, já esta bastante complicada, VAMOS PROTESTAR DIFERENTE!
Já ouviu falar de intenvenção? Vamos fazer um PROTESTO na rotatória da cidade, vamos expressar nossa indignação, fixando CRUZES e FAIXAS, vamos fazer uma escultura de sucata, e todos que passassem por ali, PODERÃO ESTIMULAR SUA CONSCIÊNCIA!
O PROTESTO pegou uma carona com o I Festival Grito do Rock Candeias, que aconteceu no Bar du Cais, realização dos parceiros: Coletivo Caos, Fora do Eixo Rondonia, Beco Produções, Gela Guela.
Muita musica, dança, e outras manifestaçoes artisticas, contribuindo para o movimento Conscientizador!
Em fim, A MANIFESTAÇÃO É LIVRE! O medo do ridiculo inibe o processo criativo! A DEMOCRACIA DEPENDE DO CIDADÃO LIVRE E CONSCIENTE.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
SEXTA FEIRA - 13 / 01 / 2012
Os ensinamentos do MESTRE revelam:
OS DEVERES CONTRAÍDOS COM A FAMILIA, A SOCIEDADE, A AUTORIDADE, ASSIM COMO PARA OS INDIVÍDUOS.
"Agir para com os outros como queriamos que os outros agissem para conosco."
"Qualquer prejuízo material e moral acarretado a outrem, toda violação de seus interesses, será condenada...
PRESCREVE O RESPEITO DOS DIREITOS DE CADA UM, COMO CADA UM DESEJA QUE SE RESPEITE OS SEUS.
AMAR AO PROXIMO COMO A SI MESMO.
Diante a palavra, reconheço dentro de mim uma parcela de EGOÍSMO, e quero elimina-la!
- Oh pai, vosso ensinamento quero tornar por normas de minhas condutas e por base de minhas instituições, para compreender a verdadeira fraternidade e reinar, entre nós, a PAZ e a JUSTIÇA, não haverá mais nem ódio nem dissensões, mas UNIÃO, CONCÓRDIA e BENEVOLÊNCIA MÚTUA.
OS DEVERES CONTRAÍDOS COM A FAMILIA, A SOCIEDADE, A AUTORIDADE, ASSIM COMO PARA OS INDIVÍDUOS.
"Agir para com os outros como queriamos que os outros agissem para conosco."
"Qualquer prejuízo material e moral acarretado a outrem, toda violação de seus interesses, será condenada...
PRESCREVE O RESPEITO DOS DIREITOS DE CADA UM, COMO CADA UM DESEJA QUE SE RESPEITE OS SEUS.
AMAR AO PROXIMO COMO A SI MESMO.
Diante a palavra, reconheço dentro de mim uma parcela de EGOÍSMO, e quero elimina-la!
- Oh pai, vosso ensinamento quero tornar por normas de minhas condutas e por base de minhas instituições, para compreender a verdadeira fraternidade e reinar, entre nós, a PAZ e a JUSTIÇA, não haverá mais nem ódio nem dissensões, mas UNIÃO, CONCÓRDIA e BENEVOLÊNCIA MÚTUA.
domingo, 16 de outubro de 2011
Notícia importante, que envolve o FUTURO do PLANETA TERRA.
Obras na Amazônia atraem 7 'trens-bala'
Investimentos somam, pelo menos, R$ 212 bilhões e criam novo ciclo de expansão econômica na região
Plano cria saída para o agronegócio exportador e uma nova estrutura para geração de energia e exploração mineral
JULIO WIZIACK
AGNALDO BRITO
DE SÃO PAULO
O governo federal e o setor privado inauguraram um novo ciclo de desenvolvimento e ocupação da Amazônia Legal, onde vivem 24,4 milhões de pessoas e que representa só 8% do PIB brasileiro.
O pacote de investimento para os nove Estados da região até 2020 já soma R$ 212 bilhões. Parte já foi realizada. O valor deverá subir quando a totalidade dos projetos tiver orçamentos definidos.
Esse volume de recursos equivale a sete projetos do TAV (Trem de Alta Velocidade), pouco mais de quatro vezes o total de capital estrangeiro atraído pelo Brasil em 2010 e duas vezes o investimento da Petrobras para o pré-sal até 2015. Excluindo o total do investimento do país no pré-sal, os recursos a serem aportados na Amazônia praticamente vão se equiparar aos do Sudeste, principal polo industrial do país.
É o que indica levantamento feito pela Folha com base no PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) e nos principais projetos privados em andamento.
Basicamente, são obras de infraestrutura (energia, transporte e mineração). Juntas, elas criarão condições para a instalação de indústrias e darão origem a um corredor de exportação pelo "arco Norte", que vai de Porto Velho (RO), passando por Amazonas, Pará, até o Maranhão.
Essa movimentação de cargas será feita por uma malha logística integrada por rodovias, ferrovias e hidrovias que reduzirão custos de exportação, principalmente para o agronegócio, que hoje basicamente utiliza os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR).
ENERGIA AMAZÔNICA
O setor elétrico é a força motriz dessa onda de investimento. As principais hidrelétricas planejadas pelo governo serão instaladas na região e, com elas, também se viabilizarão as hidrovias.
Projetos como Belo Monte (PA), Jirau e Santo Antônio (RO), Teles Pires e o complexo do Tapajós (PA) fazem parte desse novo ciclo de ocupação, acelerando o processo que se iniciou ainda sob a batuta do governo militar. A Amazônia, que hoje participa com 10% da geração de energia no país, passará a 23%, até 2020. Em uma década, ela será responsável por 45% do aumento da oferta de energia no sistema elétrico brasileiro e se tornará um dos motores do crescimento.
CONTROVÉRSIAS
Para acelerar a implantação dos projetos, o governo federal estuda uma série de mudanças legais. Entre elas estão a concessão expressa de licenças ambientais, a criação de leis que permitam a exploração mineral em áreas indígenas e a alteração do regime de administração de áreas de preservação ambiental.
Há ainda no Congresso um projeto de lei que, caso seja aprovado, tornará obrigatória a construção de hidrelétricas juntamente com as eclusas, viabilizando o transporte hidroviário.
O atual modelo prevê a construção das usinas e somente a apresentação do projeto da eclusa, obra que deve ser feita pelo governo. O avanço sobre a Amazônia gera controvérsias entre ambientalistas, que acusam o governo de repetir um modelo de desenvolvimento não sustentável e que conduz a região ao colapso social. Para os ambientalistas, as obras das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Porto Velho (RO), e de Belo Monte, em Altamira (PA) são exemplos.
Texto Anterior: Mercado Aberto
Próximo Texto: Após demissão, ex da Siemens quer abrir consultoria
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Investimentos somam, pelo menos, R$ 212 bilhões e criam novo ciclo de expansão econômica na região
Plano cria saída para o agronegócio exportador e uma nova estrutura para geração de energia e exploração mineral
JULIO WIZIACK
AGNALDO BRITO
DE SÃO PAULO
O governo federal e o setor privado inauguraram um novo ciclo de desenvolvimento e ocupação da Amazônia Legal, onde vivem 24,4 milhões de pessoas e que representa só 8% do PIB brasileiro.
O pacote de investimento para os nove Estados da região até 2020 já soma R$ 212 bilhões. Parte já foi realizada. O valor deverá subir quando a totalidade dos projetos tiver orçamentos definidos.
Esse volume de recursos equivale a sete projetos do TAV (Trem de Alta Velocidade), pouco mais de quatro vezes o total de capital estrangeiro atraído pelo Brasil em 2010 e duas vezes o investimento da Petrobras para o pré-sal até 2015. Excluindo o total do investimento do país no pré-sal, os recursos a serem aportados na Amazônia praticamente vão se equiparar aos do Sudeste, principal polo industrial do país.
É o que indica levantamento feito pela Folha com base no PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) e nos principais projetos privados em andamento.
Basicamente, são obras de infraestrutura (energia, transporte e mineração). Juntas, elas criarão condições para a instalação de indústrias e darão origem a um corredor de exportação pelo "arco Norte", que vai de Porto Velho (RO), passando por Amazonas, Pará, até o Maranhão.
Essa movimentação de cargas será feita por uma malha logística integrada por rodovias, ferrovias e hidrovias que reduzirão custos de exportação, principalmente para o agronegócio, que hoje basicamente utiliza os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR).
ENERGIA AMAZÔNICA
O setor elétrico é a força motriz dessa onda de investimento. As principais hidrelétricas planejadas pelo governo serão instaladas na região e, com elas, também se viabilizarão as hidrovias.
Projetos como Belo Monte (PA), Jirau e Santo Antônio (RO), Teles Pires e o complexo do Tapajós (PA) fazem parte desse novo ciclo de ocupação, acelerando o processo que se iniciou ainda sob a batuta do governo militar. A Amazônia, que hoje participa com 10% da geração de energia no país, passará a 23%, até 2020. Em uma década, ela será responsável por 45% do aumento da oferta de energia no sistema elétrico brasileiro e se tornará um dos motores do crescimento.
CONTROVÉRSIAS
Para acelerar a implantação dos projetos, o governo federal estuda uma série de mudanças legais. Entre elas estão a concessão expressa de licenças ambientais, a criação de leis que permitam a exploração mineral em áreas indígenas e a alteração do regime de administração de áreas de preservação ambiental.
Há ainda no Congresso um projeto de lei que, caso seja aprovado, tornará obrigatória a construção de hidrelétricas juntamente com as eclusas, viabilizando o transporte hidroviário.
O atual modelo prevê a construção das usinas e somente a apresentação do projeto da eclusa, obra que deve ser feita pelo governo. O avanço sobre a Amazônia gera controvérsias entre ambientalistas, que acusam o governo de repetir um modelo de desenvolvimento não sustentável e que conduz a região ao colapso social. Para os ambientalistas, as obras das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Porto Velho (RO), e de Belo Monte, em Altamira (PA) são exemplos.
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sábado, 8 de outubro de 2011
Candeias do Jamari - MACROZONEAMENTO.
Importante instrumento do Plano Diretor elaborado pela empresa PRAXIS, estabelecendo “um referencial espacial para o uso e a ocupação do solo na cidade, em concordância com as normas do Estatuto da Cidade.
Macrozoneamento é um referencial geral para o Município de Candeias do Jamari, conferindo uma coerência para sua lógica de desenvolvimento.
Por esse mapa é possível perceber a lógica pretendida para o Município:
Zonas de Interesse Ambiental não autorizar novos desmatamentos/exploração deverá garantir sustentabilidade das florestas.
Zonas de Conservação Ambiental normas específicas das Unidades de Conservação.
Zona de Desenvolvimento de Atividades Econômicas 1 priorizar atividades agrícolas e pecuárias;
Zona de Desenvolvimento de Atividades Econômicas 2 priorizar a exploração florestal.
Nossa Esperança é que o Plano Diretor sai do papel e se torne realidade, conduzindo o crescimento ordenado do Municipio de Candeias do Jamari.
Giuliano Viecili, 08/10/2011.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Dança da morte na concepção do espetáculo "Leve".
Criado sob a perspectiva de quem viveu a dor da perda,
o espetáculo de dança "Leve", do coletivo Lugar Comum (PE) foi apresentado no SESC/PVH - PALCO GIRATÓRIO, dia 08/09.
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