quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Candeias do Jamari - para o Buteco 3ª coluna

Nossa Candeias do Jamari entra no Ano de 2011, mais otimista, com a fé e esperança renovada, vivendo um novo Governo, uma nova Rondônia!
O Governador Confúcio Moura (PMDB) assim que assumiu o Estado, operou mudanças significativas, principalmente na área Saúde Publica, reconhecendo o grande problema do Estado.

Em Candeias do Jamari a situação da Saúde não anda bem, apesar dos esforços do prefeito e vereadores, que realizam obras de melhorias nos postos de Saúde, além da construção de novo posto na linha 45, vila Samuel e da Unidade de Pronto Atendimento - UPA. Mesmo assim não conseguimos atender toda população, que carece de atendimento e tratamento de saúde.

É momento de discutir a Saúde Pública no município, especialmente com o morador, usuário do serviço público. Precisamos reunir Conselhos Municipais, Associações e entidades para apresentar nosso diagnóstico ao Governo do Estado. Caminhando juntos, exercemos a democracia e fortalecemos a Saúde Pública!

A saúde e educação é dever do estado, mas não desobriga cada cidadão, que precisa cumprir seus deveres e contribuir com o bem estar da nação. A questão do Lixo é um grande exemplo, envolve saúde, educação, dever dos estados, municípios e cada cidadão. Só vamos resolver a Questão do Lixo, quando cada um fizer a sua parte. Em Candeias do Jamari estamos buscando alternativas, discutindo o problema que já é bem agravante. E tenho certeza que a solução esta em cada um de nós!

Vem ai, a CHAMADA ESCOLAR, de 26 a 31 de janeiro, a garantia de matricula 2011, é o momento de comparecer a uma das cinco escolas municipais para requer uma vaga. Conforme estabelece a Lei de diretrizes e Base da Educação, lei nº. 9394/96, “...as crianças têm direito de estudar em escolas próximas da casa”. O acesso ao ensino fundamental é um direito de qualquer cidadão, não importando a idade, a exemplo do EJA - Educação para Jovens e Adultos. Vamos ajudar, e encaminhar o cidadão para escola, a hora é agora!

Nossos servidores precisam ser valorizados, um Plano de carreira, um instituto de previdência, reajustes salariais, condições dignas de trabalho, são prioridades esquecidas atualmente, desvalorizando o servidor prejudicamos a prestação dos serviços públicos.

Nosso município esta se transformando, muitas obras em andamento e outras que vão começar, como construção de quadras, posto de saúde, escola, Terminal Rodoviário, e mais asfalto e drenagem. Candeias do Jamari nunca recebeu tantos benefícios, e agora começa as obras da marginal da BR 364.

E importante que nossa população entenda, Candeias do Jamari tem uma localização privilegiada, somos passagem para o oceano Pacífico, para o Porto do Rio Madeira, estamos à 5 km do parque industrial, que esta oferecendo empregos, “falta mão de obra”. E o povo de Candeias esta acompanhando este progresso?


Na democracia a mobilização popular e fundamental para expressar sua vontade, não é porque fui eleito vereador que posso tomar decisões isoladas, sem consultar minha base, sem discutir com a comunidade. Atenção CIDADÃO fique de olho vivo, participe das decisões que estamos tomando!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ótimo é inimigo do bom?

Essa famosa expressão do mundo corporativo pode ser, na verdade, o cúmplice do péssimo. Leia mais em artigo que ressalta a importância de não estimular o comodismo.
Durante as últimas décadas – antes, portanto, da atual crise justificar todo tipo de abuso – tem prosperado entre nós um desses movimentos que nascem tímidos, crescem, avançam e, quando nos damos conta, assumem o comando e ditam as regras dos nossos negócios e até das nossas vidas.
Um movimento que nasce de um ditado “popular” de origem aparentemente desconhecida (ao menos pra mim), e que vai conquistando espaço na cabeça das pessoas mais conservadoras ou complacentes, vira mantra no discurso de executivos, marqueteiros e publicitários práticos ou cínicos e alcança, por fim, toda a estrutura das nossas vidas e organizações, incluindo sua direção.
Com o tempo, o que era tático passou a ser estratégico, uma iniciativa esporádica e pontual tornou-se, então, uma forma esperta (ou, como preferem alguns, “criativa”) e permanente de viabilização de ações e objetivos previstos nos planejamentos das empresas, passando, por fim, a constituir a própria estratégia e a condicionar, no nascedouro, toda a sua construção: “o ótimo é inimigo do bom”; “o ótimo é inimigo do bom”; “o ótimo…”.
Passou-se, em seguida, a esgarçar todas as fronteiras, a buscar formas sempre mais “criativas” de viabilizar estratégias e ações, a aceitar, sem constrangimento, benefícios discutíveis por custos indiscutíveis, a trocar, enfim, o tal ótimo, aparentemente inútil e “inacessível”, pelo bom, inofensivo, manso e certamente possível. O resultado, embora cantado em verso e prosa, passou a ser apenas um detalhe. Um detalhe.
A partir disso, estimulado pela competitividade crescente e pela busca insaciável de produtividade (“produtividade”!?), o mercado em geral, e o nosso de forma mais particular, condicionou-se a aceitar todo tipo de restrição e toda sorte de pressão no sentido de esquecer, abandonar, sepultar o ótimo. “Precisamos ser criativos!!!” – todos já devem ter ouvido esta frase um dia. Algumas vezes, com certeza, acompanhada do irresistível e prático “afinal, o ótimo é inimigo do bom!”.
Bom… Assim fomos avançando, mercado e sociedade, primeiro aceitando o louvado “bom” em lugar do irritante “ótimo”. Depois, com um empurrão aqui e uma “flexibilizadinha” ali, passamos a aceitar o “regular” no lugar do “bom”, afinal ele também é inimigo do “ótimo” e, ao que parece, tem algum parentesco com o “bom”.
Por fim, afrouxados, “criativos” e algumas vezes ameaçados, acabamos por engolir o “péssimo”, que, cúmplice do “bom” e do “regular”, odeia e despreza o “ótimo” e topa qualquer parada.
Infelizmente, é bem fácil constatar a previsível vitória do tal “bom”, com sua frouxidão, sua complacência e sua inesgotável flexibilidade. Basta olharmos à nossa volta, lermos um jornal ou uma revista, assistirmos à televisão, navegarmos pela internet: aceitamos o péssimo político, cínico e inatingível, com suas péssimas práticas; aceitamos o péssimo jornalista e a péssima relação de seus veículos com a verdade; aceitamos também, é claro, os péssimos publicitários e sua péssima, ineficaz e dispendiosa propaganda; aceitamos inclusive, e, em alguns casos até os cultivamos, os péssimos fregueses, com seu desrespeito cotidiano pelo nosso tempo, pelo nosso trabalho e, claro, pela integridade dos nossos negócios.
Esta lista, aparentemente, não tem fim e pode incluir ainda os péssimos e incensados jogadores de futebol; os péssimos músicos e seus péssimos discos. Você, certamente, também tem sua lista de péssimos. Faça um pequeno esforço. Que tal as dez campanhas “mais” péssimas da história? Não vale propaganda de cerveja. Ou os dez políticos “mais” péssimos do país? As dez músicas, companhias aéreas, agências, restaurantes, filmes, etc.
Mas, lembremos, nós é que construímos tudo isso. Nós é que contribuímos para esta degradação. Todos somos cúmplices. E o que nasceu de um ditado estúpido, repetido estupidamente pelas ruas, estádios, congressos e, claro, empresas, com seus corredores povoados de gente complacente e arrivista, tornou-se uma verdade esmagadora, um sinal dos nossos tempos mesquinhos e desinteressantes, em que desvalorizamos e atacamos uma ótima idéia ou um trabalho ótimo apenas porque eles são os maiores inimigos da nossa enorme preguiça ou, pior, do nosso ilimitado medo.
Assim, creio, está mais do que na hora de começarmos a reverter este péssimo quadro. Que tal invertermos o tal ditado? Que tal repetirmos milhões de vezes, até acreditarmos: “o bom é inimigo do ótimo!”? Será um ótimo começo. Aí, quando você vir alguma coisa “apenas” boa, pense em como seria se ela fosse ótima. Exija um pouco mais. Aceite que ela possa, eventualmente, até custar também um pouco mais, mas exija, insista, que seu resultado também seja um “pouco melhor”, ou que, no mínimo, ele seja realmente bom.


Por Augusto Diegues (presidente da Futura Propaganda)
HSM Online
17/06/2009

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Candeias do Jamari - PORTAL TURISTICO


O Rio Candeias faz o R de Rondônia,contornando a cidade.
Nossa natureza é o nosso maior Patrimonio.
Milhares de pessoas visitam o municipio aos finais de semana.
Espero que no futuro, reconheçam Candeias do Jamari como o PORTAL TURISTICO DE RONDONIA!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Império Rondon de Avalon: BOM DIA RONDÔNIA

Império Rondon de Avalon: BOM DIA RONDÔNIA: "Caros súditos de nosso império, ontem um velho conselheiro das letras, me repreendeu sobre uma posição ao qual lhe indaguei. O que podíamos..."

Sistema Penitenciário X Saúde Publica

Todos nós sabemos que Penitenciaria virou Faculdade do Crime.


Sabemos que o sistema Penitenciário é falho e não alcança o objetivo Principal.
Além da Pena imposta pelo crime, como CASTIGO, a grande função do sistema penitenciário é preparar o condenado para retornar a Sociedade. Recuperar o cidadão para que possa ser devolvido ao convívio social.
Aqui na Capital do Estado, o CAOS esta instalado, pois a falta de espaço e condições mínimas de sobrevivência, é o grande problema. Imaginem 87 presos em uma única cela, que comportaria no máximo 30.
Em sua maioria, ou pelo menos mais da metade, estão presos sob acusação de TRAFICO DE ENTORPECENTES, que na verdade são os escravos da droga, que comercilizan, transportam para fazer uso da substancia proibida. Onde esta o verdadeiro traficante?
Há quem afirme, que não é caso de Policia e sim de Saúde.
Concordo em partes. E posso afirmar que a tendência é piorar...
Agravando nossa Segurança e a Saúde Publica.