sábado, 23 de abril de 2011

Pena não se confunde com vingança coletiva


POR WALTER CENEVIVA é advogado e ex-professor de direito civil da PUC-SP. É autor, entre muitas outras obras, do livro "Direito Constitucional Brasileiro". Mantém há quase 30 anos a coluna Letras Jurídicas, na Folha de S. Paulo.
Discutida a questão das prisões brasileiras, duas posições discordantes surgem, entre muitas outras, quando predomina, na avaliação da matéria, o ângulo do pagador de impostos, de cujo bolso sai a construção de cadeias e a manutenção dos encarcerados.
O assunto perturba a avaliação racional da sociedade. Tome-se, em contraposição, o simbolismo econômico-social do trabalhador comum. Enfrenta a jornada diária de trabalho, com seus encargos de família, mas ganha por mês menos que o custo mensal de manter cada prisioneiro pelo Estado.
Ao lado das questões jurídicas e científicas do penitenciarismo contemporâneo, crescem as da delinquência e do sistema punitivo, no cotejar com a avaliação dos crescentes encargos envolvidos.
A complexidade do combate ao crime, nos três poderes constitucionais, é grande. Vai da elaboração de leis e códigos à sua aplicação prática, com a constante busca de aprimoramento; da vigilância e fiscalização preventivas às investigações e à captura dos delinquentes.
Completa-se no julgamento final, na condenação ou na absolvição. Tudo tem custo para a administração pública e, portanto, para a cidadania. E os custos tendem a aumentar sempre mais.
Devemos ter consciência de que a questão econômica não é a mais importante. A pena é dado fundamental no enfrentamento da criminalidade, mas não se confunde com atos de vingança coletiva.
Compõe os elementos de garantia da sociedade, quando tenha aplicação rápida sem perda da qualidade. Os pedidos da população para o agravamento desmedido das punições não satisfazem o requisito da defesa da comunidade, cuja realização não tem sido assegurada pela administração.
Sabe-se que faltam prisões. O espaço disponível para recolhimento dos condenados é insuficiente. O ritmo da construção de novos presídios, mesmo lento, sai de nosso bolso, por meio de impostos e taxas cada vez mais altos.
Sendo certo que todos pagamos pelo enfrentamento da criminalidade, o assunto não é só dos governos, mas reclama que a comunidade conheça o problema, esteja atenta para o que vem sendo feito e daquilo a se fazer.
As prisões superlotadas de hoje são o oposto do desejável. Não diminuem o custo médio de cada criminoso recolhido. A violência e a promiscuidade estimulam mais delitos. O quadro se completa ao se saber, na teoria e na prática, que a avaliação social das comunidades brasileiras mostra grande descrença nos resultados obtidos pelos três poderes constitucionais.
Os desejáveis resultados não têm surgido. Desse modo, para discutir qual o melhor efeito concreto, com menor gasto operacional, seria bom que houvesse cadeias bem aparelhadas, seguras, aptas à classificação dos tipos de condenados, para sua distribuição ponderada, a ponto de impedir que autores de condutas mais graves, sob penas mais longas, se tornem mestres ou estimuladores de novos criminosos.
Se o Judiciário tivesse condições administrativas e humanas de ser menos lento, seria afastada a quase certeza de que apenas uns poucos são condenados e levados a cumprir condenações, raramente em prazo integral.
Ressalvado que o problema não é apenas brasileiro, a distância entre as providências necessárias e o mínimo exigido a curto prazo parece imensa.
*Artigo publicado originalmente no jornal Folha de S. Paulo, neste sábado (23/4).

Se liga nessa lição de vida!


"Aprenda a lidar com a solidão. Aprenda a conhecer a solidão. Acostume-se a ela, pela primeira vez na sua vida. Bem-vinda à experiência humana. Mas nunca mais use o corpo ou as emoções de outra pessoa como um modo de satisfazer seus próprios anseios não realizados."

(filme Comer, Rezar, Amar)

O velho judeu e o muro das lamentações.



Uma jornalista da CNN ouviu falar de um judeu muito velhinho que ia todo dia ao Muro das Lamentações para rezar, duas vezes por dia, e lá ficava por muito tempo. Decidiu verificar. Foi para o Muro e lá estava ele, andando trôpego, em direção ao local sagrado. Observou-o rezando por uns 45 minutos, quando ele resolveu sair, vagarosamente, apoiado em sua bengala. Aproximou-se para a entrevista.
- Desculpe-me, senhor, sou Rebecca Smith, do CNN. Qual o seu nome?
- Morris Feldman - respondeu ele.
- Senhor, há quanto tempo o senhor vem ao Muro orar?
- Bem, há uns 60 anos.
- 60 anos! Isso é incrível! O que o senhor pede?
- Peço que os cristãos, os judeus e os mulçumanos vivam em paz. Peço que todas as guerras e todo o ódio terminem. Peço que as crianças cresçam em segurança e se tornem adultos responsáveis. Peço por amor entre os homens.
- E como o senhor se sente, pedindo isso por 60 anos?
- Me sinto como se estivesse falando com uma parede...
Obs* recebi um email com esse texto, desconheço o autor! Quem sabe você me ajuda? 

sexta-feira, 22 de abril de 2011

POLITICAGEM CAUSA IGNOMÍNIA!

Nossa formação política orienta para DEMOCRACIA!
Que é o PODER DO POVO!
De geração em geração, essa ideologia é pouco compreendida!
É triste reconhecer, mas a ignorância do Povo alimenta a Corrupção.
A prática do pão e circo perdura em pleno século XXI.
A verdade deve ser dita:  “A política da maquiagem é POLITICAGEM!”
Cuidado, o futuro é ignominioso!

GIULIANO VIECILI, 21/04/2011. 

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Conto por Populares


No pequeno vilarejo.
O véio PEZUNHO pratica a RABDOMANCIA!
Escolhido pelo Governante, o véio PEZUNHO, apóia na Bengala para ditar suas regras.
E o povo, perdido perante a “própria consciência", deixa ser governado!
Na primeira desgraça.
Surgem opiniões divergentes, que acabam navegando pelo oceano das lamentações.
É triste reconhecer, o pequeno vilarejo parece uma POCILGA!
 O véio PEZUNHO reina na porcaria e o povo sofre afogado pela lama...
Eita Brasil, “essa é a realidade do povo que te ama?”


Giuliano Viecili, 14/04/2011.

domingo, 10 de abril de 2011

SERÁ?

Sei que VOCÊ pode falar, e minha consciência orientar.
As vezes o caminho parece acabar, até VOCÊ aparecer, alimentando a vontade de viver.
Segundo Suas orientações, acabo me envolvendo. Mas, as coisas materiais envolvem muito mais...
Uma LUTA que reconheço ser eterna, e a vontade da mente não acompanha minhas pernas.
E assim vou vivendo, acho de crescendo e desenvolvendo.
Me entrego novamente!
Até chegar a Hora que EU vou ser VOCÊ.

                                                                         Giuliano Viecili, 10/04/2011.

sábado, 9 de abril de 2011

http://abrigodossabios-paulo.blogspot.com/


Um dia, um homem entrou numa loja e, estupefacto, viu um anjo atrás do balcão.
Maravilhado com aquela visão, perguntou:

- Anjo, o que vendes?
O anjo respondeu: - Todos os dons de Deus.
O homem voltou a perguntar: - E custam caro?
E a resposta do anjo foi: - Não. São de graça... é só escolher.


O homem, cheio de entusiasmo e alegria, olhou para toda a loja e viu jarras de vidro de fé, pacotes de sabedoria, caixas de felicidade ... Não estava a acreditar que poderia adquirir tudo aquilo.
- Por favor, embrulhe para mim: muito amor de Deus, bastante felicidade, abundante perdão d'Ele, amor ao próximo, paciência, tolerância...
O anjo anotou o pedido e foi separar os produtos. Ao regressar, entregou-lhe vários pacotinhos, que cabiam na palma da mão do homem.

Espantado, ele indagou: - Como é possível que me possa dar apenas esses pacotinhos?! Eu quero levar uma grande quantidade dos dons de Deus.
O anjo respondeu: - Querido amigo, na loja de Deus nós não vendemos frutos. Apenas sementes
.